domingo, 25 de julho de 2010

A visita.

Mexe tanto comigo, que eu preciso vir aqui falar...

É sempre assim que acontece, na hora que tá tudo bem, ele chega e tudo fica mal...

Eu queria mesmo entender o porque das coisas serem assim...

Eu fiz tudo que eu achei que podia pra poder ficar na boa de novo...

Não consegui...

Me senti a pior do mundo por isso... Malzona, um saco mesmo...

Até aquele dia em que vc acorda, olha bem pra sua cara amarrotada no espelho, e se pergunta:

Pq eu tô com essa cara??? Eu preciso mesmo levar essa história adiante??

A resposta vem como um tiro a queima roupa:

Não, não preciso! Na verdade, eu não quero!

Fica tudo nos conformes... É o que vc pensa.

Doce ilusão... Ó como é doce... --'

É como se você nadasse por um dia inteiro, e não conseguisse nunca chegar na margem do outro lado...

E nadar contra a maré... Esconder-se, fugir daquilo que tá ali, se esfregando na sua cara...

Mas ainda sim, resisti bravamente... Fico imóvel, intacta, no lugar que me cabe...

O meu, do lado de cá... A 800 km de distância...

Mas é involuntário, inimaginável, incalculável, improvável o que uma simples visita me causa...

Eu fico mal... Não por ser ruim...

Sei que fiz o que pude... E a sensação de frustração ainda é tão grande...

A tristeza de retribuir a visita é tão maior...

É tentar esconder, o que tá escrito em letras garrafais na testa, e pra todo mundo ler, em alto e bom som...

Te amei... E ainda te amo...

Só você não entendeu isso ainda... :(

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